
Todo ano é a mesma coisa: a gente promete que vai entrar na academia, que vai beber mais água, que vai parar de responder mensagem de gente que não merece nem nosso “visto às 23:48”. Mas este ano… este ano eu decidi fazer diferente.
Minhas promessas de Ano Novo têm menos a ver com metas de revista e mais a ver com aquilo que realmente sustenta uma mulher forte, bonita e consciente: autoestima e autoconhecimento.
Prometi olhar mais para mim, com generosidade. Porque não adianta querer vestir a melhor roupa do mundo se, lá dentro, você continua se medindo com régua velha. Prometi me escutar antes de escutar o mundo — porque a opinião mais importante sobre mim ainda é a minha.
Prometi dar menos importância ao espelho e mais ao brilho no olho. Prometi me vestir para a mulher que eu sou, não para o que esperam de mim. Prometi ser fiel ao meu estilo, ao meu corpo e à minha história.
E, principalmente, prometi não soltar minha própria mão. Porque quando a gente escolhe andar com a gente mesma, o caminho fica mais leve, mais bonito, mais possível.
Que 2026 venha com mais consciência, mais amor próprio e menos autocobrança. E que a gente entenda, de uma vez por todas, que a melhor versão não é a mais magra, a mais montada ou a mais impecável… é a mais verdadeira.
E se tem uma coisa que aprendi ao longo da vida é: quando a gente decide se priorizar, o universo ajeita o resto.
Colunista












